
Por Equipa Viome
Cada garfada que dá está, ou a contribuir para a sua saúde, ou a prejudicá-la, e no entanto a maioria de nós esqueceu uma verdade fundamental: a alimentação é muito mais do que combustível, é medicina. Ainda que esta sabedoria ancestral seja conhecida há séculos, a ciência moderna começa agora a validar o impacto profundo que as nossas escolhas alimentares têm na nossa saúde, em particular na nossa função metabólica. Com uns impressionantes 88% dos adultos americanos a apresentar alguma forma de disfunção metabólica, e a investigação a demonstrar que uma saúde metabólica deficiente está associada a praticamente todas as principais doenças crónicas², é chegado o momento de revolucionar a nossa abordagem à nutrição e à saúde.¹
“Os medicamentos do futuro virão de uma quinta, e não de uma farmácia, e os cuidados de saúde do futuro serão prestados em casa, e não no hospital.” — Naveen Jain, fundador e CEO da Viome.
Descubra se vive com uma disfunção de saúde oculta
Reserve um momento para uma reflexão honesta sobre si próprio. Se sente cansaço constante, dificuldade de concentração, um peso teimoso ou oscilações de humor, não está sozinho. Estes não são apenas sintomas incómodos da vida moderna, são sinais de alerta de que os seus sistemas internos de saúde não estão a funcionar de forma ótima. Ainda assim, muitos de nós aceitamos estas condições como normais, sem perceber que cada garfada que damos está, ou a apoiar, ou a prejudicar, as funções vitais do nosso organismo.
Os avanços recentes na ciência do microbioma vieram revolucionar a nossa compreensão do poder da alimentação enquanto medicina. A investigação demonstra que os microrganismos presentes no nosso intestino não só influenciam o nosso metabolismo e o nosso sistema imunitário, como respondem também de forma distinta aos alimentos, consoante a nossa biologia individual.³ Estudos têm demonstrado que o microbioma intestinal desempenha um papel determinante na forma como processamos diferentes alimentos e nutrientes⁴, confirmando aquilo que já intuíamos, mas que agora é possível comprovar: aquilo que comemos importa profundamente, e importa de forma única para cada pessoa.